Gelo

02/02/2011 at 11:57 AM Deixe um comentário

Que tal refrescar a cabeça? Sinto informar, mas isso vai se tornar cada vez mais difícil nesses tempos de aquecimento. Bom, mas pelos menos tem muita gente tentando barrar esse processo:

Medindo gelo

2/2/2011

Agência FAPESP – Qual é a extensão das alterações no gelo nos polos diante das mudanças climáticas globais? Para entender a complexa relação entre gelo e clima, cientistas de todo o mundo agora contam com uma valiosa fonte de dados, cortesia do programa CryoSat, da Agência Espacial Europeia (ESA).

O anúncio da publicação dos dados na internet foi feita nesta terça-feira (1º/2), durante o Workshop de Validação do Cryosat, em Roma, Itália.

O programa tem como objetivo monitorar precisamente variações na extensão e na espessura do gelo polar por meio do uso de um satélite de órbita baixa. Os dados poderão auxiliar os cientistas a entender melhor o comportamento dos glaciares e a fazer previsões sobre possíveis elevações no nível do mar.

A notícia de que os dados estão disponíveis foi bem recebida, ainda mais que o primeiro satélite do programa foi destruído devido a uma falha no lançamento, em 2005. O novo veículo, o CryoSat-2, foi lançado em abril de 2010 e desde então os integrantes da missão têm montado e testado o sistema de captura, processamento e publicação de dados.

“A comunidade científica mundial passa a ter livre acesso a todas as medições feitas pelo programa. Isso significa um conjunto de dados único para determinar o impacto das mudanças climáticas no gelo terrestre”, disse Tommaso Parrinello, gerente do programa.

Outros satélites já ajudaram os cientistas a concluir que a extensão de gelo no Ártico está diminuindo, mas o CryoSat, de acordo com a ESA, permitirá completar o quadro ao fornecer informações detalhadas das mudanças na espessura do gelo, tanto em terra como flutuando em oceanos polares.

Instrumentos a bordo do CryoSat-2 são capazes de medir a espessura do gelo marinho na escala de centímetros e detectar alterações em placas, especialmente nas regiões onde os icebergs são formados na Groenlândia e na Antártica.

Resultados já obtidos pelo programa demonstraram que os dados podem ser usados para entender melhor como a circulação no Oceano Ártico pode mudar a partir da diminuição do gelo.

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Cientistas convertem célula da pele diretamente em célula do coração

Processo foi realizado diretamente, sem a necessidade de converter células em células-tronco

01 de fevereiro de 2011

Estadão

SÃO PAULO – Cientistas conseguiram converter células adultas da pele diretamente em células do coração com batimento, sem a necessidade de passar primeiro pelo difícil processo de geração de células-tronco. O novo método pode ajudar a desenvolver tratamentos para diversas doenças que envolvam perda ou danos em células (como o mal de Parkinson e Alzheimer). O estudo do Instituto de Pesquisa Scripps foi publicado na revista Nature Cell Biology.

Com o desenvolvimento do corpo humano, as células-tronco embrionárias de multiplicam e se transformam em tipos celulares mais maduros através de um processo conhecido como diferenciação, produzindo todas das diferentes células encontradas no corpo humano. Depois do processo de diferenciação, no entanto, o corpo humano tem uma capacidade limitada para gerar novas células que substituam aquelas que tenham sido danificadas.

Dessa forma, cientistas têm tentado desenvolver maneiras de “reprogramar” células adultas humanas para um estado embrionário, ou pluripotente, em que eles possam se dividir e diferenciar em qualquer tipo de célula do corpo. Essa técnica pretende, um dia, usar células do próprio paciente – por exemplo, células da pele – para criar células necessárias do coração ou do cérebro e consertar tecidos danificados.

Embora em 2006 um grupo de cientistas japoneses tenham conseguido reprogramar células da pele de ratos, tornando-as pluripotentes com a inserção de apenas quatro genes, a técnica para a criação dessas células em estado embrionário ainda é lenta (leva até quatro semanas) e precisa superar vários obstáculos.

Sendo assim, o novo método é uma alternativa interessante porque “pula” o estágio de conversão das células em células-tronco, otimizando o tempo do processo para 11 dias e minimizando os riscos de erros.

Os pesquisadores usaram os mesmo quatro genes utilizados para criar das células-tronco, mas ao invés de deixarem que ficassem ativos nas células por diversas semanas, eles “desligaram” suas atividades após poucos dias, muito antes que a célula se tornasse uma pluripotente. Nesse momento, os cientistas deram um sinal para que a célula mudasse de função, tornando-se uma célula do coração.

Vulgarização em tempos remotos

Cientista do dia:

Aziz Ab’Saber

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